Preciso afirmar o tempo que não é piada, nem pegadinha. Minha cabeça fervilha de ideias, mal consigo acompanhar o ritmo da minha mente.
Mas dizem que para ser escritor ou escritora, obrigatoriamente é preciso ter um livro editado e devidamente lançado.
Ok. Mas eu me considero escritora desde o momento que a primeira história cruzou minha mente e em poucas horas eu já tinha um livro inteirinho montado com começo, meio e fim.
Deste ponto em diante já se passarem mais de 20 anos, muitas coisas mudaram no mundo, no país e na minha vida, porém a história continua lá. Montada, escrita, revisada...

Aguardo o momento de me tornar uma escritora de fato. Talento para a escrita eu acredito que tenho, então resolvi lapidar essa joia rara da melhor forma possível: Estudando!
E correr atrás de aprimoramento. Ler muito, muito mesmo todo tipo de Literatura. A faculdade tem me mostrado todo o lado teórico para que a prática melhore com as técnicas, mas o importante mesmo é não perder o coração, a emoção do primeiro contato com a ideia, do primeiro rascunho...
Mesmo porque depois do rascunho, vem um monte de ideias, de sinais, de lembranças verídicas ou não, que a gente tenta passar para o papel.
Nem tudo é aproveitável, é aceitável ou usável, mas esse é o papel do escritor: Escrever!
Depois disso é quem vem o pior... (continua)
Essa é uma das capas "testes"
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