segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Algumas dessas editoras gráficas (ou gráficas editoras) também promovem uma parceria com o autor. Editam e distribuem o seu original deixando por conta do autor a venda de 100 exemplares, além da organização e custos de uma noite de autógrafo onde se espera que ocorra a venda desses 100 exemplares.
Parece até um bom negócio, mas se levarmos em conta que nessa fase o autor não ganha nada e ainda tem que arcar com vários custos da noite de autógrafos e a responsabilidade de vender os livros pendentes se por acaso não tenha amigos e parentes suficientes para comprar tudo de primeira. 
 Escrever por amor é o mesmo que lecionar por vocação. O mínimo que se espera dessa profissão é o reconhecimento.
Tenho orgulho de dizer sou “escritora” sim, mas quero mais que reconhecimento por todas essas tarefas que é escrever, editar e distribuir um livro.
Quero ser LIDA.












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