Parece até um bom negócio, mas se levarmos em conta que nessa fase o autor não ganha nada e ainda tem que arcar com vários custos da noite de autógrafos e a responsabilidade de vender os livros pendentes se por acaso não tenha amigos e parentes suficientes para comprar tudo de primeira.
Escrever por amor é o mesmo que lecionar por vocação. O mínimo que se espera dessa profissão é o reconhecimento.
Tenho orgulho de dizer sou “escritora” sim, mas quero mais que reconhecimento por todas essas tarefas que é escrever, editar e distribuir um livro.Quero ser LIDA.
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