Aprendendo a Viver

Alguma vez você já se deu conta de que pessoas que não tem as mesmas condições de nascimento, vivência, realidade de vida, futuro... precisam se virar para sobreviver?
Isso entre tantas outras coisas que podem nos separar na tal condição social é o que algumas vezes faz a diferença na vida de pessoas anônimas que cruzam nosso caminho. Ou não.
‘Aprendendo a Viver’ nasceu quando me
dei conta de que as crianças e adolescentes que vivem em abrigos e orfanatos
por aí são obrigados a sair dessas casas e viverem por conta própria aos
dezoito anos de idade a imaginação correu solta imaginando cada caso, cada
história.
Com tantos caminhos a seguir e
praticamente nenhum apoio como podem sobreviver no mundo grande e escuro pelo
lado de fora das portas que os mantiveram em segurança por toda a vida?
Nada mais triste que uma protagonista
depressiva com uma melhor amiga viciada, que além de conviver com tudo isso ainda
precisa sobreviver, pensar no futuro e quem sabe viver um amor.
Foi assim que Hadassa, Patrícia e os
charmosos policiais Antony e Lukas surgiram para dar vida a uma turma legal e
problemática também. O romance é gostoso, com pouca probabilidade de dar certo,
mas como o amor não liga para números dispostos em gráficos...
"Antony abre espaço sobre a mesa de jantar. Hadassa é leve como uma pluma nos braços fortes do rapaz.
Com
os olhos emparelhados ele afirma categórico:
—
Não preciso de nenhuma outra mulher na minha vida. Você já tem me atormentado o
suficiente, fui claro?
Relativamente
mais relaxada ela esboça um sorriso.
—
Não sei se devo ficar feliz em ser um tormento em sua vida.
As
bocas juntam os sorrisos num beijo."
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