Quando escrevo não me sinto melhor nem pior que
ninguém. Mas deixo de me sentir uma escória da vida.
Não me sinto ocupando espaço demais, apenas
preenchendo as lacunas dessa vida.
Quando fui mãe encontrei meu lugar no mundo.
Quando me tornei escritora me reencontrei, me renovei.
Não me sinto pior nem melhor. Não me vejo nas alturas,
mas saio do chão.
Sinto-me viva.
E o maior privilégio do ser humano é encontrar sua
vocação, aquilo que o faz sentir-se vivo.
Quando me perguntam o que eu escrevo tenho ímpetos de
responder: escrevo a verdade... Mas o que é a verdade?
Talvez a minha, não seja a sua.
Ser considerada uma mulher forte, corajosa não é
sinônimo de mulher feliz. A felicidade a gente conquista a cada dia com nossos
atos e escolhas.
Então, assim como essa mulherada que serviram de
inspiração para esse livro, eu faço uma escolha todos os dias: escolho ser
feliz!

Nenhum comentário:
Postar um comentário
Deixe sua opinião aqui